quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

a mulher se um militar faz comentários maldoso sobre a cidade de Tefé e expulsa da cidade apos declarar q na cidade vivia sendo roubada e chamar os cidadãos da cidade de índios ladrões.q a cidade d Tefé e mais perigosa do q o rio de janeiro..


a mulher se um militar faz comentários maldoso sobre a cidade de Tefé e expulsa  da cidade apos declarar q na cidade vivia sendo roubada e chamar os cidadãos da cidade de índios ladrões.q a cidade d Tefé e mais perigosa do q o rio de janeiro..

nota do ministério da defesa

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO MILITAR DA AMAZÔNIA
16a BRIGADA DE INFANTARIA DE SELVA

“Brigada das Missões”
Nota à imprensa O Comando da 16ª Brigada de Infantaria de Selva vem a público informar o que se segue, sobre as declarações feitas nas redes sociais e que estão circulando entre os cidadãos tefeenses: O Exército Brasileiro prima pela legalidade, cumprindo rigorosamente a legislação brasileira. Além disso, o Exército não faz qualquer distinção de gênero, credo, cor ou orientação sexual, portanto as declarações feitas pela Senhora RENATA não exprimem o pensamento do Comando da 16ª Brigada de Infantaria de Selva e, tampouco, da família militar da Guarnição de Tefé. Cabe ressaltar, que o fato foi um caso isolado e que as opiniões da senhora supracitada, expressadas na rede social, são de cunho pessoal e sem qualquer ligação com os militares de Tefé e de seus familiares. O Comando da Brigada aproveita a oportunidade para ressaltar que a família militar é muito grata pelo carinho e pela receptividade dos cidadãos tefeenses.
Declaração da Renata moura;


Uma tal de Renata Moura, esposa de militar, carioca, que chegou esse ano, conseguiu revoltar a todos os tefeenses e tirar a paz das famílias de militares.
Mostrando-se ignorante e preconceituosa, orquestrou mensagens no facebook contra os cidadãos de Tefé, causando um tremendo mal estar e rebuliço na cidade.
Fotos dela estão circulando pela cidade, e a população de Tefé a quer fora daqui, com toda a razão.
O Ministério do Exército já se pronunciou e que isso sirva de lição a todos!

Educação e Respeito se aprendem em casa!

Leiam a seguir minha carta de total repúdio contra as mensagens e a atitude de Renata Moura.


CARTA DE REPÚDIO

Eu, Renata Alves de S. Brandão, venho, por meio deste blog, notificar meu total repúdio contra as mensagens, inseridas no facebook, orquestradas pela, também, esposa de militar Renata Moura.
Infelizmente, por causa de sermos homônimas, meu nome tem circulado na cidade, indevidamente por algumas pessoas mal informadas. Que fique bem claro que eu não sou autora dos tais preconceituosos comentários.
Então, aproveitando a versatilidade da internet, venho aqui, para reiterar minha carta de total desprezo e indignação, em solidariedade ao povo tefeense, porque sou carioca da gema, mas tornei-me tefeense de coração. E quem teve a oportunidade de me conhecer sabe que não estou falando “da boca pra fora” ou por demagogia.
Sempre fui muito bem tratada nesta cidade, posso dizer que, ao longo desses 20 meses, tive a oportunidade de conhecer um pouco da cidade, da sua cultura e, ainda, tive o privilégio de fazer amigos.
Não tenho muita experiência de vida, não sou uma pessoa viajada, porém recebi uma boa educação no seio familiar, onde aprendi, entre muitas coisas, o valor do “Respeito”.
É claro que muitas pessoas da cidade já conhecem a verdadeira autora destes comentários, seja pelas fotos distribuídas ao longo da cidade ou pelo próprio compartilhamento do face, mas fiquei triste e muito preocupada com toda a repercussão desta confusão, visto que vieram me pedir satisfação na porta da escola do meu filho. Claro que fiquei com medo de sofrer uma retaliação por engano, mas informei que a autora dessas informações era outra pessoa e, graças ao meu bom Deus, acabou tudo bem.
Como não quero que meu nome nem o carinho que recebi desta população sejam jogados na lama, coube a mim, Renata Brandão, através deste blog, e de um pedido amigo à Rádio 101,7 FM, que se esclareceu hoje (30/08), no programa das Panteras, que eu, Renata Brandão, não tenho nada haver com isto.
Discriminação racial está em foro Constitucional, e considera a prática do racismo como crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão (art. 5º, incisos XLI e XLII).
E, de acordo com o direito penal brasileiro, a prática da discriminação e preconceito por raça, etnia, cor, religião ou procedência nacional consiste em delito previsto na lei 7.716/89, alterada pela lei 9.459/97.
Segundo art. 140, parágrafo terceiro do Código Penal: Se a injúria utilizar elementos relacionados à raça, cor, etnia, religião ou origem, a pena é de reclusão é de 1(um) a 3(três) anos e multa.
Assim sendo, a intenção ou vontade de ofender a honra e a dignidade de alguém, estando relacionada com a cor, religião, raça ou etnia, o autor estará sujeito às duras e rigorosas penas previstas em lei.
Todos devemos pagar pelos nossos atos e sei que, certamente, de um jeito ou de outro, arrependida ou não, esta mulher já está pagando pelas suas palavras mal ditas.
Deixo aqui apenas um pedido, que se faça justiça dentro dos parâmetros da lei e que, de forma alguma, se incite a violência, por mais que isso nos revolte. E, outra coisa, não menos importante, por favor, não nos destratem (esposas de militares) por causa da atitude irresponsável e desprezível desta mulher!
Saibam que muitas de nós, esposas de militares, discordamos totalmente do posicionamento  dela! 
Sigamos e prossigamos contra todo e qualquer ato de discriminação e preconceito!
Abraços carinhosos de sua amiga de sempre,

Renata Brandão.
Tefé, 30 de agosto de 2012. 


Com um público estimado em 900 milhões de usuários, a rede social Facebook, ocupa o topo das mídias sociais. Em históricos e importantes movimentos de luta, o mundo assistiu às quedas de ditadores do mundo Árabe. O facebook foi a ferramenta utilizada para a propagação dos movimentos de liberdade e de combate aos regimes ditatoriais daquela região.
No Brasil tamb
ém a rede foi utilizada para convocação de greves e de outras manifestações de protesto. Mas a ferramenta também é muito utilizada para expressão de coisas corriqueiras, de experiências sentimentais, desabafo, em fim.
Em Tef
é, os comentários de uma usuária da Rede, identificada como Renata Moura, oriunda do Rio de Janeiro e de família militar deixou muita gente com os nervos na flor da pele. E não é para menos, no comentário da usuária há claras menções que depreciam a cidade e o povo de Tefé. Na conversa com uma colega, provavelmente da mesma região, a usuária faz referências preconceituosas, sensacionalistas e trata a figura do índio com deboche e desprezo.
O caso tem repercutido em todas as m
ídias sociais e a indignação do povo tefeense tem repercutido em cada esquina, mesa de bar, nas escolas e principalmente na UEA, onde estuda ou estudava.
O preconceito contra
índios, negros, pobres, nordestinos e tantos outros ainda presentes no país a fora mostra o quanto o Brasil necessita melhorar a educação. Apesar de que neste caso o preconceito parece ser fruto mais de uma brincadeira mau sucedida e de mau gosto

Um comentário:

  1. Carolina Martinelli, assim como você, sou casada com um militar de nosso exército, e sou amazonense. Que direito você acredita que tem ao nos estereotipar, dando conselhos a outras esposas de militares que estão indo pra Tefé quando escreve: "se vc for com adolescente p/ la, ou qualquer região do AM o instrua contra PIRANHAS, pois elas axam q os militares ganham horrrooores e querem se aproveitar disso... mulheres q deixam seus maridos sozinhos nessas cidades, viram coooooooornas!" ?
    Você, sulista preconceituosa, acredita realmente em sua superioridade por ter nascido no sul?
    Você que escreve a palavra acha com X?
    Você que provavelmente não possui educação alguma, seja acadêmica ou educação doméstica?
    Você que em termos de aparência é muito mais feia que qualquer índia que vi em minha terra (e olha que sendo amazonense, cresci rodeada delas, muitas muito bonitas)!
    Carolina Martinelli, seu nome não será esquecido, principalmente pelas amazonenses!
    Sabe o que acho mais interessante: VOCÊ pediu para morar lá! (Sim, porque sabemos que a escolha da cidade onde o militar pretende morar temporariamente, é feita em conjunto com a esposa, pelo menos deveria ser assim...). Sendo assim, você deveria ter tomado conhecimento prévio da terra que escolheu. Deveria saber como o interior de meu Estado é “esquecido” por nossos governantes, deveria saber que não possuímos estradas para que escorra alimentos, divertimento, cultura, chances etc. Deveria saber previamente que, em se tratando de um interior do Amazonas, tudo demanda um esforço bem maior em relação a outros Estados. Muitas vezes, nosso povo do interior só possui as condições mais básicas para sua sobrevivência.
    Sabe o que revolta? receber de braços abertos principalmente algumas mulheres do sul gordas, sebosas, porcas, (de forma alguma quero generalizar, como você fez) que são mal amadas, e que provavelmente amam mal , caso contrário, utilizando o que você escreveu, não seriam "cornas". Receber vocês que "arrotam” tanta riqueza sabendo que a maioria passa em sua terra a base de pão e ovo, sabendo que estão em nosso território visando apenas dinheiro, a “a ajuda de custo” (não sejamos hipócritas, ajuda muito boa!).
    “Cospem no prato que comem”!
    Como você ousa generalizar e falar tão mal das mulheres de minha terra?
    Mulheres fortes, de raça, guerreiras, vivemos felizes onde vocês apenas sobrevivem reclamando.
    Quem lhe disse que fazemos questão de gente de sua estirpe em nosso tão grandioso e valioso território? Tenha certeza que VOCÊ não é bem vinda!
    Outra coisa interessante é que, quando meu marido cursava a ECEME, em uma conversa com outras esposas que jamais imaginariam que sou amazonense (sou descendente de alemães e franceses), em um dos bailes que participei, unanimidade foi entre todas quando afirmaram como foram felizes quando moraram no Amazonas (as que tiveram essa oportunidade, óbvio)...
    Carolina Martinelli, “em boca fechada não entra mosquito (em nossa terra falamos Carapanã)”.
    O que você escreveu poderia acarretar contra você um processo judicial, onde
    o município de Tefé ganharia facilmente alegando que você cometeu crime de difamação, preconceito, discriminação.

    “O SEU Chimarrão não chega aos pés de nosso Tacacá”.

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